Os braços rendem-se
à evidência de que o
outono chegou, e tem
de apanhar as folhas
caídas das árvores.
Não me contes o segredo
da árvore da vida,
nem dos ramos partidos
pela (s) tempestades.
Que as minhas mãos pousem
devagar sobre o teu regaço o
amor de todas as estações,
o Outono, a Primavera das
nossas vidas (...).
Célia M Cavaco / Desvios