Não tenho sono
Não quero adormecer nos sonhos
que entram nos meus lençóis.
Sou demasiado impulsiva
para acreditar que pétalas de rosas
caíam como gotas de orvalho
sobre a absurda ingenuidade
Não tenho sono
o sono inquieta-me a mente
que abre a caixa de pandora
onde toda a alegria ali escondida
seja a vontade de te querer.
Não quero adormecer nos sonhos
que entram nos meus lençóis.
Sou demasiado impulsiva
para acreditar que pétalas de rosas
caíam como gotas de orvalho
sobre a absurda ingenuidade
Não tenho sono
o sono inquieta-me a mente
que abre a caixa de pandora
onde toda a alegria ali escondida
seja a vontade de te querer.
Inquieta-me o acordar
sentindo a perda e a calma
de sabores teus...
Desperto o desejo
com o fruto proibido de
bagos de romã,espalhados
pelo ventre.
"Se as cartas de amor,não fossem ridículas"
Escrever-te-ia assim:
Não tenho sono meu amor,porque o sono é dos deuses
e esses,deixam-se amar até a lua se esconder do sol.
Nós não somos amantes,somos aqueles que
se cruzaram entre as estrelas,e pela manhã adormecem
exaustos pelo amor feito nas ondas do mar.
Escrever-te-ia assim:
Não tenho sono meu amor,porque o sono é dos deuses
e esses,deixam-se amar até a lua se esconder do sol.
Nós não somos amantes,somos aqueles que
se cruzaram entre as estrelas,e pela manhã adormecem
exaustos pelo amor feito nas ondas do mar.
Não tenho sonho...
Célia M Cavaco / Desvios
