sábado, 17 de outubro de 2015





Nem todos os dias são chuva,
nem todos os dias aproximo 
o corpo à procura de acordar
o teu, com o vento nas minhas
mãos cheias de tudo para te
dar,nem todos os dias encontro
a outra idade que vivemos.
Nem todos os dias são passado,
nem todos os dias são futuro...
O belo,é a inconsciência da juventude
com que vivemos a demorada despedida
do que existiu dentro de nós.








Célia M Cavaco / Desvios