sexta-feira, 11 de setembro de 2015




De cá para lá,leves penas do pensamento
esvoaçam sentires,curtas passagens,suave
brisas de vento, quebrada nas folhas caídas
das árvores, na partida prolongada do tempo.
Nasce a folha,cai a folha,brinda-nos o sonho
paralelo à infância extrovertida,somam-se
alegrias,extraem-se tristezas.
Contam-se nos dedos, os anos,as festas,
os aniversários,a vontade de viver...
Quando só uma única folha caída, nos prende
o olhar,o sorriso,a vontade de saber,porque
não?

(...)
Uma única folha,caída no chão nos prende

toda a atenção...





Célia M Cavaco / Desvios