sexta-feira, 17 de junho de 2016




Dois Corpos,silêncios  partilhados . No desejo,sentidos amarrotados desassossegam a quietude da noite que abraça a madrugada. Ambos ouvem e sentem a fuga. As palavras separa-os,as palavras os abraça em ternuras entrelaçadas. As mãos, ponto de encontro,o lençol ultrapassa barreiras. Dois corpos num único espaço,nas mãos a anatomia . Palavras,ecos e gemidos. As aves acordam e cantam. A manhã desperta os raios de sol que espreitam para lá do que acontece atrás de uma transparência.













Célia M Cavaco / Desvios