domingo, 5 de junho de 2016






...Não sei que ventos me trouxeram nesta angustia de alma sofrida.
Foram anos de rebeldia apaziguada nesta in /tranquila serenidade
disfarçada por traços de rugas inesperadas de um envelhecer precoce de anos ainda pouco vividos e acumulados. Entre o eu e a imagem, haverá sempre o reflexo do tempo que ainda sobra para entender como chegar à tranquila liberdade de emoções e pensamentos de paz interior.Sei que a alma manifesta-se neste corpo físico,o corpo é o casulo das emoções,sendo coração o abrigo de ambos.A borboleta  iniciou um voo. Na fase final, a realidade pouco importa se a resistência das cores, se confundirem com o arco íris que pintou todo o caminho da transformação...








Célia M Cavaco / Desvios










Arte: Anja Stielgler