sábado, 5 de setembro de 2015




Às intempéries, sobrevivo como gaivota em terra,procurando que o corpo descanse nas horas do sono, que as pálpebras se fechem ao sonho,onde tudo, é isto,aquilo, na noite efêmera, onde as mãos tropeçam à escassa nudez permitida.Chegaste,ficaste devagarinho pela entrada da madrugada; O lençol embriagado de silêncios abafados.Nada mais,o resto sucumbe à distância das palavras...




Célia M Cavaco / Desvios