Abrir um blog de poesia, nada de especial. Mas um blog onde se pode escrever palavras, momentos a partilhar, é um atrevimento, que poderá ser uma ousadia. A minha, onde por instantes viro uma suposta página do meu livro.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
A estrada do desassossego O parto a meio do tempo O choro de uma criança As mãos perdidas de afectos O vazio do berço O colo dado na estrada sem regresso. O mundo abre-me o peito reclama depressa a inocência. Célia M Cavaco / Desvios