quinta-feira, 13 de agosto de 2015





A luz incide sobre o rosto
branco de palidez celestial
os olhos baços sem visão
procuram ouvir de dentro
a voz que clama a atenção
A voz da menina criança que
chama pela mãe que jaz na cama
a cumplicidade da não existência
permanece por um tempo que se
pensa esgotado.O toque de dedos
entrelaçados dão sinal de vida.
A despedida dum reencontro nunca
permitido.






Célia M Cavaco / Desvios